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  • Foto do escritorConsultora da Desordem

As pessoas certas

Atualizado: 28 de mar.



A semana passada falei sobre os sincronismos da vida e sobre as consequências das nossas escolhas.

Hoje o tema é sobre a importância das pessoas que nos são mais próximas no dia-a-dia, falo sobretudo da família e dos amigos.

Se eu vos disser que nós somos a média das 5 pessoas que nos são mais próximas, isso é uma ideia que vos assusta ou que vos conforta?

As pessoas que nos querem bem, para além de muitas outras coisas, gostam de nós como somos, apoiam-nos quando precisamos, alegram-se com as nossas alegrias e compreendem os nossos estados de espírito, sem termos de os justificar.

Estas pessoas são raras e por vezes não lhes damos o devido valor, andamos muito ocupados ou distraídos.

Num extremo oposto, existem pessoas que têm um talento natural para nos criticar, cobram-nos atenção e adoram culpar-nos pelo que lhes acontece.

Estas pessoas são consideradas tóxicas, mas na verdade, não há pessoas tóxicas, há relacionamentos tóxicos e que acontecem porque nós os alimentamos.

Para simplificar, vamos considerar 2 tipos de pessoas: as pessoas que nos carregam as baterias pela sua boa energia e as pessoas que nos drenam a energia até à exaustão.

Nem sempre conseguimos evitar determinadas pessoas, mas podemos criar uma distância de segurança que nos protege da sua hostilidade.

Por exemplo, se temos o hábito de estar muitas vezes com um amigo que despeja os seus problemas para cima de nós, podemos reduzir os encontros de maneira a estar com ele em doses homeopáticas.

O que nos faz bem, não caí do céu, é uma conquista de cada um.

Daí a importância de sabermos o que nos faz bem, já falei sobre isso no programa sobre identidade e autoconhecimento.

O que nos servia ontem, não tem que servir hoje, pela simples razão de que não somos os mesmos.

Todos nós evoluímos e nem sempre a evolução de quem nos é próximo, é compatível com a pessoa que queremos e merecemos ser.

Para voar em plena liberdade, é essencial preservar a nossa sanidade mental e uma maneira de o fazer, é alimentando relações saudáveis.

As pessoas que escolhemos para voar connosco, para além de contribuírem para a nossa autoconfiança, são também o nosso abrigo e aconchego, daí ser tão bom fazer por elas e com elas, pura química do bem-estar.

Olha e tu? Dás-te com as pessoas certas?

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