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  • Foto do escritorConsultora da Desordem

Sem tabus



Hoje, graças ao dia da liberdade, podemos falar sem tabus.

Um tabu representa um julgamento da sociedade, tomado como nosso, graças ao politicamente correto.

É consensual que não se deve falar sobre sexo, drogas, dinheiro, morte, doenças, deficiências ou infertilidade (só para citar alguns exemplos), “parece mal”, seja por uma questão cultural ou por pura ignorância do tema em questão.

É certo que há coisas que dizem respeito à nossa intimidade, que devem ser faladas com quem confiamos e nos compreende, mas há quem viva com tabus desnecessários, zonas onde não entra ninguém. É tabu!

Os tabus são por isso toxinas para o nosso espírito, mas o nosso espírito não gosta de tabus, gosta de liberdade.

Não gosta da critica, gosta de compreensão. Não gosta de medos, gosta de leveza. Não gosta de proibições, gosta de respeito.

O tabu ocupa um espaço do nosso pensamento, que pode representar uma oportunidade de aceitar o que não podemos mudar, e sobretudo, podemos decidir a forma mais saudável de lidar com ele.

A realidade das nossas casas é mesmo assim, às tantas acumulamos toxinas em casa e não damos conta…

Todos nós já recebemos coisas que não gostamos, não precisamos e não usamos mas insistimos em guardá-las porque “parece mal” dar a outra pessoa. Foi alguém em especial que nos ofereceu.

Todos nós, alguma vez, já gastamos uma fortuna em alguma coisa, que agora não serve para nada, mas insistimos em guardá-la porque foi cara. Há um sentimento de culpa implícito.

Todos nós guardamos coisas a pensar que um dia vamos precisar, mas quando não as usamos há anos é porque a vida mudou, não somos os mesmos, mas ainda assim, temos medo que nos falte.

Estes são os tabus da Casa – o apego negativo, guardar coisas pelas piores razões.

O que mantemos para agradar os outros, o que mantemos porque nos sentimos culpados de ter gasto mais do que o razoável, o que mantemos por medo da escassez.

Muitas pessoas passam estas coisas para a cave, para a garagem, para arrecadação, despensa ou sótão, mas mudar a tralha de sítio é continuar a guardar o que já não nos serve, é continuar a ocupar o espaço com coisas desnecessárias.

Na nossa casa devemos exercer a liberdade de estarmos rodeados de coisas que gostamos, usamos e precisamos, o resto será tralha à espera de melhor destino (ver post sobre como fazer um bom destralhe).

A nossa Casa deve ser a nossa melhor versão, livre de tabus!

Olha e tu? Será tempo de largar tabus e fazer um detox à Casa?

Se por acaso queres trazer mais organização e bem-estar à tua casa e não sabes por onde começar, eu estou aqui para ajudar.

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